Chapter 5: A Vingança contra Traição é Trair Melhor
Pedro não acreditava no vídeo que Andressa lhe mostrava: o marido dela e a esposa dele fazendo sexo na casa de Andressa. Isso teria sido semana passada, quando Andressa visitava a família e Pedro viajava a trabalho.
Não havia sinais de que algo estava errado entre eles, mas os celulares não mentem. A prova estava lá, a sua frente, impossível de ser negada.
Andressa estava congelada em silêncio, olhando os vídeos e as mensagens de texto que Pedro lhe mostrava. Seu mundo desaba diante dela e ela sentia uma dor no peito tão intensa que quase lhe tirava a respiração.
Não era apenas a traição de seu marido que a magoava, era também a doação de sua melhor amiga, a pessoa que ela confiava cegamente. Como eles poderiam ser tão covardes, fazendo isso atrás das costas, quando ambos tinham casas, lar e familia?
A fúria crescia dentro dela, misturando-se com dor e tristeza. Aquele sentimento de querer chorar e gritar ao mesmo tempo.
Era isso que ela sentiu enquanto Pedro continuava monstrando as provas irrefutáveis de traição. E Ivan? Ele tinha mesmo ido além de ser apenas um mero amigo.
Andressa se levantou abruptamente, derrubando a cadeira com tanta fúria. Ela não conseguia mais ficar ali sentada, precisava sair daquele lugar, precisava respirar.
Pedro tentou segurá-la, mas ela se soltou violentamente e saiu correndo da sala. Ele a seguia, sem saber o que dizer ou fazer.
Ela subiu as escadas correndo, entrando no primeiro quarto que encontrou. Era o quarto de visitas, onde Pedro dormia quando sua sogra visitava. Andressa não prestou atenção ao luxuoso ambiente, só queria fugir da realidade que estava vivendo.
Ela sentou-se na cama e colocou a cabeça entre as mãos, tentando controlar sua respiração e a onda de emoções que estava sentindo. Pedro entrou aos poucos, respirando fundo para tentar acalmar-se.
"Eu sei que é difícil, Andressa, mas precisamos falar sobre isso", disse ele tentando se aproximar dela.
Ela ergueu o rosto e olhou para ele com uma expressão de dor e raiva.
"Não tenho nada a dizer, Pedro. Só quero ficar sozinha."
Pedro sentiu um fluxo de calmaria não era o que estava precisando no momento.
Então, Andressa simplesmente levantou-se da cama, passou um pano molhado nos olhos e seguiu para o banheiro.
Pedro a seguiu, ainda tentando chegar perto dela, falar sobre isso. Por mais que ela não quisesse ouvir, ele precisava explicar tudo. Dessa forma, os dois poderiam pensar num plano a seguir e se safar dali ilesos.
Pedro seguiu Andressa para o banheiro e a viu se olhar no espelho, com os olhos vermelhos e inchados. Ele sentiu uma dor no peito ao vê-la assim, mas precisava ser forte e apoiá-la nessa hora difícil.
"Eu sei que está difícil, Andressa. Mas nós precisamos falar sobre isso", disse Pedro tentando se aproximar dela.
Andressa, com os olhos vermelhos e inchados, olha para ele e sente uma raiva crescente. Ela não quer saber nada sobre ele ou sua traição. Com raiva, ela se afasta da parede do banheiro, empurrando Pedro para o lado. "Não tenho nada a dizer, Pedro! Vá embora de mim!", disse Andressa com veemência.
Ela se voltou para o espelho, desajeitadamente tentando consertar a maquiagem que havia corrido.
Pedro não sabia o que dizer ou como reagir. Ele nunca tinha visto Andressa assim, tão furiosa e arrasada. Ele imaginava que a revelação da traição causaria uma certa comoção, mas não a intensidade do furor que agora os cercava.
Pedro percebeu que não era o momento certo para falar sobre o assunto e decidiu deixá-la sozinha, por enquanto.
"Andressa, eu vou sair daqui, mas preciso falar contigo sobre isso mais tarde.", disse Pedro enquanto caminhava em direção à porta.
Ela não respondeu, continuou olhando-o pelo espelho enquanto as lágrimas rolaram pelas suas bochechas.
Pedro sentiu-se tão culpado como nunca em sua vida, mas não podia desfazer o que tinha acontecido. Não havia volta atrás. Ele saiu do banheiro em silêncio, deixando Andressa sozinha com seus pensamentos.
Ele desceu as escadas e foi para o quarto deles.
Se deitou no grande sofá de couro preto, tentando entender como tudo isso tinha acontecido.
Ele fechou os olhos e respirou fundo, achando difícil acreditar que esse dia havia chegado. O quarto do casal era um desastre, com roupas espalhadas por todos os lados e objetos pessoais amontoados em cima da cama. Era difícil acreditar que sua esposa o estava traindo com o marido de Andressa.
Ele levantou a cabeça quando ouviu o som de passos pesados na escada.
Era Andressa, que despencou na cama ao lado de Pedro, deixando cair seu corpo exausto. Ela não disse nada, apenas enterrou o rosto no colchão e começou a chorar silenciosamente.
"Todas as vezes que fazíamos programas, os dois casais. Você e seu marido, eu e minha esposa. Será que eles davam suas escapadas?", sussurrou Pedro.
Ele se voltou para ela, puxando-a para si enquanto os dois se abraçavam. Ele podia sentir as lágrimas dela molhando a camisa e ouvir o som sofocado de seu pranto.
Pedro não sabia o que dizer ou como consolá-la, mas sabia que precisava estar lá para ela nesse momento. Ele acariciou seus cabelos negros e espalhou seu cheiro de colônia marcante.
Andressa sentia-se frágil e vulnerável sob sua forte abraço. Ela queria esquecer todo o acontecido, mas sabe que não pode.
A tensão que havia entre eles se dissipou, e ele acariciou seus braços ao longo da tentativa de se aproximar dela. Mas o passado não pode ser mudado e ambos sabiam disso.
A traição havia ocorrido, e agora precisavam lidar com as consequências. Especificamente, Andressa precisava tomar uma decisão sobre seu futuro com seu marido.
Na manhã seguinte, Andressa acordou cedo, ainda com os olhos vermelhos e inflamados de chorar. Ela se despia da camisa de Pedro que havia usado para se aquecer durante a noite e foi para o banheiro.
Pedro estava no chuveiro e ela se assustou porque acabou vendo o pau de Pedro.
E estava duro, pois ele estava se masturbando.
E era grande, um verdadeiro monstro que era suficiente para andar de bicicleta. Andressa ficou estupefata e Pedro, ao perceber sua presença, se encheu de vergonha. Eles não disseram nada, mas o silêncio falava alto. Por trás do vapor da ducha, Pedro se curvou e escondeu o rosto na parede.
Porém, Andressa sentiu sua buceta molhar. Ela ficara excitada ao ver Pedro. Pudera, ele era lindo, musculoso e descobrir que ele era pauzudo a deixara excitada.
Ela não podia tirar a visão daquele pau monstruoso que ele escondeu, ela imaginava quanto ele deve ser bom no sexo, ela quer tê-lo na sua vagina.
Andressa tirou então toda sua roupa e foi em direção ao chuveiro. Entrou nua no box e antes que Pedro pudesse dizer algo, ela o beijou.
Um beijo selvagem e apaixonado, sem nenhum tipo de vergonha ou hesitação. Era como se ela estivesse se aliando ao desejo que sentia em seu interior desde a noite anterior.
Pedro ficou surpreso no começo, mas sentindo os peitos firmes e agitados de Andressa contra o seu peito firme e musculoso, não resistiu à tentação.
Andressa agachou-se e logo chupava a tora de Pedro.
Ele gostou da sensação e soltou um gemido enquanto a sua mão deslizava pelos cabelos loiros de Andressa. Os dois se entregavam ao prazer, como se fosse o único refúgio à fúria da traição.
"Ah, Andressa, que boca gostosa. Você chupa melhor que minha esposa!", pediu Pedro que ela aumentasse a velocidade.
Andressa não quis desapontá-lo e empurrou o pau dele com mais força. Pedro gritou de prazer e sentiu seus olhos se fecharem. Ele se soltou do chuveiro, agarrou as nádegas firmes de Andressa e a empurrou contra a parede. Ela gemia enquanto sua buceta batia contra o pau duro de Pedro.
O ímpeto dos dois era alto, sua paixão acesa por tudo o que haviam passado.
Pedro colocou sua mão forte em volta do pescoço de Andressa, a impulsionando contra a parede, penetrando-a sem piedade. Andressa encostou sua cabeça na parede, empurrando seu corpo contra Pedro, tomando conta de seu pau todo.
Seus gritos se misturavam com o barulho da ducha, criando um som tropical de luxúria apaixonada. Pedro, sem perder tempo, começou a acariciar os seios duros e perfeitamente sólidos de Andressa enquanto ela balançava de trás para frente, sentindo a sensação única desse pau entrando em seu interior.
A parede do banheiro testemunhou os gritos dela enquanto Pedro impulsionou seu corpo com força, saindo e entrando em sua buceta úmida de desejo.
Os dois gemiam alto, perdendo o controle sobre seus corpos, levados pelo prazer daquele momento proibido. As mãos de Andressa seguravam firmemente o corpo musculoso e robusto de Pedro enquanto ele a tomava com tanto fervor.
"Vamos para a cama! Quero você em cima de mim, me comendo de missionário", geme Andressa;
ela não conseguia se separar do corpo de Pedro e ele nem queria vê-la ir embora. Seu corpo ainda trepidava de prazer, enquanto os dois se beijavam em calor, com a água correndo pelo chuveiro.
Pedro pegou Andressa da cintura e a levantou, ela envolveu as pernas ao redor dele e ele a segurou pelas nádegas enquanto a levava até a cama. O tesão era demais, ele não queria sair da buceta gostosa dela.
Ela soltou um grito assim que ele meteu todo o pau dentro dela. Pedro começou a balançar, enquanto suas bocas se encontravam em um beijo desesperado e fervoroso. Ela gemia de prazer enquanto Pedro estava prestes a sentir o melhor orgasmo da sua vida. Ele estava completamente louco por ela, imaginando como seria possível parar.
Não queria. Ele nunca quis deixar de sentir esse prazer. Suas bocas continuavam se encontrando, e seus corpos se moviam juntos como uma única coisa, com a sensação dela se contorcendo sobre ele era tão boa que não conseguia se controlar. Seu pau entrou e saiu da buceta molhada e quente de Andressa, enquanto ele empurrava seus quadris contra o dela mais forte a cada vez.
Seus gritos de prazer eram como música para os ouvidos de Pedro, que aumentava o ritmo até que ela gritasse:
"Me fode forte, Pedro! Nossa foda é nossa vingança por termos sido traídos por nossos conjugues!", Andressa grita.
Pedro não se contivesse mais e soltou um gemido profundo enquanto empurrava seu pau para o fundo da buceta de Andressa com força.
Andressa sentia todos os 26 centímetros dele, e cada centímetro era como uma descarga elétrica em seu corpo. Ela gemia e gritava de prazer, colocando as mãos nos ombros fortes de Pedro enquanto ele a embatia contra a cama. Os dois estavam completamente entregues ao sexo, sua vingança pelas traições de seus conjugues.
A cama tremia com seus movimentos e gemidos de prazer que se misturavam com a respiração agitada de Pedro. Andressa estava encostada em seu peito, suas tetas ficando firmes e duros conforme ele empurrava seu corpo contra ela.
Ele se sentou na cama e empurrou ela para cima com seus músculos fortes. Ela estava completamente nua, a água escorrendo no seu corpo bronzeado. Pedro colocou suas mãos sob as coxas de Andressa, acariciando-a lentamente enquanto a olhava diretamente nos olhos. Seus olhares eram selvagens, mostrando toda a luxúria que sentiam no momento.
Pedro usou o dedo indicador para quebrar a floresta de líquido precioso que fluía naturalmente da buceta gostosa de Andressa. Ele começou a acariciar o clitóris duro dela, enquanto as costas arqueavam de princípio com prazer.
"Oh, foda! Já pensava em te ver nua, Andressa", gemia Pedro.
"Eu também, Pedro. Desde o primeiro momento em que te vi, queria sentir teu pau dentro de mim", confessa Andressa, sentindo-se totalmente livre para compartilhar suas fantasias proibidas com ele.
Ele se deitou na cama e ela ficou encima dele. O peso deles se equilibrava enquanto Pedro acariciava seus quadris e enfiava suas mãos em seu cabelo preto.
Andressa sentia a dureza de seu pau entre as pernas, que movia-se devagar em sua entrada. Pedro acariciava o clitóris dela enquanto ela se contorcia ao seu redor, sentindo-se ainda mais úmida e pronta para a penetração.
"Eu vou te foder suavemente, minha gatinha", ele soltou um gemido, afundando seu pau dentro da buceta quente de Andressa.
Ela soltou um grito de prazer, sentindo o tamanho monstruoso preencher todo o seu canal. Suas tetas firmes batiam contra o peito musculoso de Pedro, enquanto ele a acariciava lentamente. Seus dois corpos se entregavam ao desejo que sentiam, olhando nos olhos um do outro com luxúria.
Pedro empurrava seu pau dentro de Andressa lentamente, sentindo-se em casa no calor úmido dela. Suas mãos seguravam firmemente suas nádegas, guiando seus movimentos enquanto ela se contorcia sobre ele.
"Oh, fodendo-te assim, ando com mais vontade de te entregar o meu corpo outra vez", disse Pedro enquanto lambia seu pescoço.
Ele se moveu de leve sobre as costas, não parando de acariciar os peitos firmes de Andressa. Seus dedos se curvavam e se desdobravam enquanto exploravam seus seios, fazendo com que ela soltasse gemidos sufocados entre os beijos que recebia.
Pedro pôs as mãos na cabeça de Andressa, tirando-a do beijo apenas para fazer com que ela descesse mais ainda em sua ereção, sentindo seu clitóris ficar mais duro e ele começar a brilhar por causa do prazer.
Ele empurrou o rosto dela suavemente contra seus seios, deixando-a o lamber enquanto gemia e gritava de prazer.
Pedro estava se perdendo no calor úmido da buceta de Andressa enquanto sua cabeça girava e ele sentia o orgasmo se aproximando.
Andressa começou a gritar de prazer enquanto Pedro a empurrava mais e mais contra o colchão. Ela sentia todas as 26 centímetros dele dentro dela e gritava de prazer enquanto ele a fodeu cada vez mais forte.
Os gritos de prazer inundaram a sala, misturando-se com a respiração agitada de Pedro enquanto ele se entregava ao prazer. Seu pau se moveu em sua buceta molhada e quente, empurrando profundamente enquanto ela se contorcia sob ele.
Pedro continuou a empurrar mais forte e rápido, ansioso por sentir o calor úmido de Andressa ao redor dele.
Seus olhos foram fechando e ele estava quase indiferentes ao fato de estar com outra mulher em seu leito. Ele apenas queria sentir sua bucata quente e úmida enquanto agarrava sua parede.
Seus olhos fecharam completamente, enquanto ele jogava sua cabeça para trás e sentia seu orgasmo chegar.
Andressa pediu por mais, sendo impiedosa com seu prazer e Pedro cumpriu seu desejo sem hesitação. Seus corpos se acariciavam um no outro, pedidos de mais se misturavam com gritos de extase.
A cama tremia com a força do ato, enquanto Pedro se contorcia sob ela. Andressa gostava da sensação de ter o pau todo dele dentro dela. O sexo tão intenso que não conseguiam parar.
"Me foda mais forte!" Andressa gritou, empurrando seu quadril contra seu pau.
Pedro pegou-a pelos quadris e empurrou-a para cima e para baixo sobre ele, enquanto ela empalava-se em seu pau. Suas mãos roçaram suas nádegas, seus dedos descansando em seu buraco do ânus. Ele começou a massajar delicadamente enquanto ele continuava a empurrar seu pau mais fundo em sua buceta quente e úmida.
Ele se sentia tão perto de seu orgasmo que quase podia sentir o seu jato quente e pesado já indo em direção a sua buceta, mas ele resistiu ao impulso e continuou a acariciar seu ânus delicadamente.
Finalmente, ele empurrou um dedo por dentro enquanto ela gritava e gemia de prazer, sintendo-se tão preenchido como nunca antes.
O ânus de Andressa estava tenso no começo, fazendo com que Pedro precisasse ir mais devagar. Mas, ela pediu para que ele aumentasse a velocidade, com o seu prazer tão forte que o próprio Pedro sentia uma sensação inexplicável ao assisti-la se contorcer sobre ele.
"Pedro, mais rápido, por favor!", ela gemia e soltava suspiros de prazer enquanto ele se movia cada vez mais rápido dentro dela. Ela sentia seu ânus coando à medida que o calor úmido de sua buceta se misturava ao seu dedo dentro dela.
A cama tremia ao ritmo de seus movimentos, a força com que Pedro a tomava fazia com que seus gritos fossem cada vez mais altos e sujos.
Seus corpos se moveram ao uníssono, gostoso e forte, como se amavam pela primeira vez.
Ele mantinha o ritmo, enquanto as suas mãos enlaçavam-na pelos quadris, empurrando-a para baixo enquanto ela cavalgava sua haste grande e dura com uma luxúria quase animalística.
"Oh, seu filho da puta, seu pau é tão grande, tão bom", ela soltava gemidos barulhentos, o rosto molhado de suor e os olhos fechados como se nada mais importasse no mundo. Pedro se deitou, abrindo as pernas e jogando a cabeça para trás, deixando-a conduzir os movimentos, seu pau molhado de Andressa a provar a sua luxúria.
Ela montou-o, sentindo o seu clitóris colidir com a sua haste, pegou-o nas costas e empurrou suas tetas firmes e duros contra o seu peito. Os dois soltaram gritos de prazer, não desistindo de se beijar e acariciar um ao outro.
A sensação deles se entregando ao sexo era tão boa que não conseguia ser superada por nada.